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terça-feira, 25 de março de 2014

MH370: Malásia diz que avião da Malaysia Airlines caiu no Oceano Índico


Em coletiva realizada nesta segunda-feira, o primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, disse que uma análise de dados de satélite confirma que o avião da Malaysia Airlines que desapareceu em 8 de março com 239 pessoas a bordo caiu no Oceano Índico.

"É com grande tristeza e pesar que eu tenho que informar a vocês que, de acordo com novos dados, o voo MH370 chegou a seu fim no sul do Oceano Índico", disse Razak.

O pronunciamento foi feito cinco dias depois terem sido iniciadas buscas na região. “É uma localização remota, longe de qualquer lugar possível de aterrissar”, explicou o primeiro-ministro. Mais cedo, a companhia aérea Malaysia Airlines havia dito que, "sem qualquer dúvida razoável", o avião estava perdido e que não há sobreviventes. O anúncio foi feito por uma mensagem de texto enviada aos familiares dos passageiros.

A conclusão do governo da Malásia divulgada nesta segunda-feira é baseada em leituras feitas pelos satélites da companhia britânica Inmarsat e analisados pelo setor de investigação de acidentes aéreos do Departamento de Transporte do Reino Unido. Segundo a análise, “o voo MH370 voou pelo corredor sul (entre a Indonésia e o Oceano Índico), e sua última posição conhecida foi no meio do Oceano Índico, ao oeste de Perth”, cidade na costa leste da Austrália.

As buscas no Oceano Índico estão sendo comandadas pela Autoridade de Segurança Marítima na Austrália (Amsa, na sigla em inglês).

Fonte: BBC

segunda-feira, 24 de março de 2014

Lufthansa com 747 no GIG


Na contramão de algumas companhias aéreas que estão cancelando ou diminuindo suas frequências a partir do Rio de Janeiro, a Lufthansa segue apostando no mercado carioca e anuncia para a partir do próximo domingo um aumento na oferta de assentos. A empresa vai substituir a atual aeronave, o Airbus 340-300, pelo Boeing 747-400, totalizando 131 assentos a mais por dia ou quase oito mil por mês.

No Boeing 747-400, o tradicional Jumbo, tem capacidade para oito passageiros na First Class, 66 na Business e 278 na classe econômica, totalizando 352 passageiros.

Fonte: Panrotas

sexta-feira, 21 de março de 2014

Avianca chegando em Belém


A Avianca Brasil pretende incluir Belém como a mais nova cidade de sua malha aérea. A companhia solicitou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorização para fazer dois voos diários de Brasília à capital paraense. Se forem aprovados, os voos terão início no dia 1º de agosto deste ano, operados com jatos Airbus A318 ou A320.

Os voos 3236 e 6237 terão início em Brasília às 12h15, com chegada a Belém às 14h43. De lá o avião retorna às 15h17, com pouso na capital federal às 17h55. O segundo voo (6366 e 6367) será noturno, saindo do aeroporto JK às 20h55 e chagando a Val de Cans às 23h30. O retorno de Belém será apenas no dia seguinte, com saída às 5h25 e chegada a Brasília às 7h56.

Fonte: Melhores Destinos

Demanda por voos domésticos cresce 11,2% em fev

A demanda por voos domésticos cresceu 11,2% em fevereiro em comparação a igual mês do ano passado, somando 6,040 milhões de passageiros, segundo levantamento divulgado hoje (20) pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), com base nos dados das quatro maiores empresas brasileiras do setor: TAM, Gol, Azul e Avianca.

O presidente da Abear, Eduardo Sanovicz, observou que o dinamismo no setor é reflexo do desempenho econômico. “Cresce sempre duas vezes mais do que o PIB [Produto Interno Bruto]”, apontou.

Em relação à participação de mercado no mês analisado, a TAM teve a maior parcela (37,86%), seguida pela Gol (36,83%), Azul (16,91%) e Avianca (8,39%).

Quanto aos voos internacionais, houve recuo de 6,2% na quantidade de passageiros transportados, totalizando 5,4 milhões de pessoas.

Fonte: Exame

sexta-feira, 14 de março de 2014

Voo MH370: Avião teria voado fora da rota


Dados obtidos por radares militares sugerem que o avião da companhia Malaysia Airlines que desapareceu há quase uma semana voou deliberadamente por centenas de quilômetros fora de sua rota, elevando a suspeita de que o sumiço possa ter sido criminoso, informaram fontes à agência Reuters nesta sexta-feira (14).

As análises dos dados sugerem que o avião, que levava 239 pessoas a bordo, saiu de sua rota original a nordeste, de Kuala Lampur a Pequim, e seguiu para o oeste, usando rotas normalmente usadas por voos para o Oriente Médio e a Europa. As informações foram dadas por fontes envolvidas nas investigações do desaparecimento do Boeing 777.

Duas fontes disseram que uma aeronave ainda não identificada, que os investigadores acreditam ser o avião desaparecido, seguiu uma rota entre dois pontos de balizamento definidos, o que sugere que estava sendo pilotada por alguém com formação em aviação. Esse aparelho foi detectado por um radar militar pela última vez na costa noroeste da Malásia.

Último sinal

O desaparecimento do Boeing já se tornou um dos maiores mistérios na história moderna da aviação. O avião foi visto pela última vez nos radares civis pouco antes de 1h30 de sábado passado (horário local), menos de uma hora depois de decolar de Kuala Lumpur. Nesse momento, a aeronave voava para nordeste, na direção de Pequim, passando sobre a entrada do golfo da Tailândia, perto da costa leste da Malásia.
Mas, na quarta-feira, o comandante da Força Aérea malaia disse que o avião foi observado por um radar militar, às 2h15, num ponto 320 quilômetros a noroeste da ilha de Penang, na costa oeste da Malásia. Essa posição marca o limite da cobertura do radar militar da Malásia, segundo uma quarta fonte familiarizada com a investigação ouvida pela Reuters.

Em entrevista coletiva na quinta-feira, o ministro do Transporte, Hishammuddin Hussein, disse que o alcance dos radares militares do país é uma "questão delicada", que não seria divulgada publicamente.

"Mesmo que (a cobertura) não existe além disso, podemos ter a cooperação de países vizinhos", afirmou.

O fato de o avião - se fosse mesmo o MH370 - ter perdido contato com o controle de tráfego e estar invisível para os radares civis sugere que alguém a bordo desligou os sistemas de comunicação, segundo as primeiras duas fontes.

Fonte: Globo.com

Obras em LDB

A Infraero assinou a ordem de serviço autorizando as obras de implantação de um módulo operacional Aeroporto de Londrina/Governador José Richa (PR), que ampliará a área de embarque e também o saguão do terminal paranaense. A melhoria representa um investimento de R$ 3,3 milhões, sendo que as primeiras ações para reconhecimento de área e montagem do canteiro de obras devem ter início na próxima semana. O prazo para a conclusão dos trabalhos é de 285 dias contados a partir da assinatura da ordem de serviço.

A nova estrutura a ser montada, com área de 1,2 mil m², deverá contar com quatro portões de embarque, três pórticos de inspeção, espaços para estabelecimentos comerciais e 374 assentos para os usuários. Além disso, serão instalados novos banheiros tanto na área de embarque quanto no saguão, que incluirão também adaptações para a acessibilidade e fraldário.

VARIG receberá R$ 3bi da União


Por cinco votos a dois, o Supremo Tribunal Federal (STF) definiu nesta quarta-feira (12/03), que a União é obrigada a arcar com a indenização para a Varig em decorrência de perdas financeiras por causa da política de congelamento de preços das passagens aéreas durante o Plano Cruzado, do governo José Sarney. A Corte rejeitou o recurso da União, que, pelas contas da Advocacia Geral da União no ano passado, poderá ter de arcar com uma conta estimada em R$ 3 bilhões.

A decisão do Supremo favorável à empresa, que fechou as portas em 2006, beneficia trabalhadores da ativa quando a Varig entrou em recuperação judicial, além de aposentados e pensionistas do fundo de pensão Aerus. O caso chegou ao Supremo em 2007, mas se arrastava na Justiça havia 21 anos. A decisão não vai ser imediatamente cumprida, uma vez que ainda cabem alguns recursos judiciais.

Fonte: Época