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quinta-feira, 30 de agosto de 2012
TAM sairá da Star Alliance
Entre as decisões importantes que a Latam vai ter de tomar nos próximos meses está a permanência ou não na Star Alliance. Segundo a vice-presidente da Tam, Cláudia Sender, há um impedimento na justiça chilena para que a Latam esteja na mesma aliança que a Avianca/Taca. A Star Alliance já sabia disso quando aprovou a entrada da Avianca/Taca, e com isso inviabilizou a permanência da Tam. Mas Claudia disse que a Tam tem até 2014 para tomar uma decisão. Tanto a Tam quanto a Lan podem trocar de aliança ou mesmo uma delas escolher ficar fora de qualquer aliança.
Também a decisão sobre troca de sistema e plataforma tecnológica ainda está distante. A Lan vem há dois anos preparando sua migração de Amadeus para Sabre, que ocorre no dia 7 de setembro. Mas a Tam ainda não decidiu sequer se e quando trocará de sistema (hoje usa o Amadeus).
Fonte: Panrotas
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Qantas desiste de 35 unidades do 787
A australiana Qantas cancelou a encomenda de 35 jatos 787 Dreamliner da Boeing, avaliados em US$ 8,5 bilhões. A companhia aérea registrou seu primeiro prejuízo anual em 17 anos por causa de queda no desempenho das operações internacionais. O mercado recebeu com otimismo a decisão da companhia e as ações da Qantas atingiram o maior nível em mais de dois meses. Ao longo do ano passado a empresa foi impactada por gastos recordes com combustível, concorrência mais acirrada e oposição dos empregados à redução de despesas. A companhia teve um prejuízo de 244 milhões de dólares australianos (o equivalente a US$ 254,8 milhões) nos 12 meses encerrados em 30 de junho.
O cancelamento dos pedidos resultará em uma "redução em nossos compromissos de investimento", disse o presidente executivo da Qantas, Alan Joyce, ressaltando que os 35 Boeing 787-9s valem US$ 8,5 bilhões segundo preços de tabela do modelo. Segundo o diretor financeiro da Qantas, Gareth Evans, a companhia vai receber US$ 433 milhões da Boeing, incluindo mais de US$ 300 milhões como forma de compensação para os atrasos no desenvolvimento do 787. Este foi o maior cancelamento de pedidos dos super jatos do Boeing 787. Em 2009, a fabricante americana já havia perdido uma ordem de 25 aeronaves de um cliente. A Qantas, no entanto, disse ainda que não alterou os planos de aquisição de 15 aeronaves 787-8 da Boeing,cujas primeiras unidades serão entregues no segundo semestre de 2013. Com a chegada desses aviões, a companhia pretende aposentar a frota dos antigos Boeing 767. A decisão não envolve a entrega de 15 aviões Boeing 787 à filial Jetstar, com o primeiro aparelho chegando no segundo semestre de 2012.
Fonte: Jetsite
terça-feira, 28 de agosto de 2012
TAM Viagens começa a vender passagens e roteiros da LAN Airlines
Criação do Grupo LATAM Airlines permite que operadora de turismo amplie seu portfólio de produtos e ofereça viagens para locais até então pouco visitados por brasileiros.
A TAM Viagens apresenta mais uma novidade que visa a ampliar a oferta de destinos turísticos e a facilitar a viagem de seus clientes. A partir de agora, quem visitar uma loja da operadora ou uma de suas franquias já pode adquirir passagens e roteiros com rotas da LAN Airlines. A companhia opera voos tanto para destinos famosos e disputados, como a Califórnia (EUA) e o Caribe, quanto para locais exóticos, como Austrália, Polinésia Francesa e Ilha de Páscoa (Chile).
“Queremos oferecer cada vez mais oportunidades para o turista explorar partes do mundo até então pouco conhecidas pelos brasileiros. A integração de TAM e LAN, que criou o Grupo LATAM Airlines, permite iniciativas como esta, que dão a chance de nossos clientes visitarem locais distantes, que até o momento eram de difícil acesso, como a Oceania, e cidades da América do Sul”, afirma Sylvio Ferraz, diretor da TAM Viagens.
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Infraero entrega obras do terminal de passageiros de SLZ
Nesta segunda-feira (27/8), voltou a operar, após reforma e ampliação, o terminal de passageiros do Aeroporto Internacional de São Luís/Marechal Cunha Machado (MA). Desde o ano passado, quando as obras foram iniciadas, foram investidos R$ 13,2 milhões nas melhorias, que resultaram na duplicação da área de embarque, no aumento de 20% na área útil da sala de desembarque e no número de balcões de check-in – de 22 para 27 posições. Houve ainda a climatização total do terminal de passageiros e a ampliação da cobertura da fachada de 1.125 m² para 3.240 m², além da substituição, por equipamentos mais modernos, de todas as esteiras de bagagens, balanças e balcões de check-in.
sábado, 25 de agosto de 2012
Vem aí o Azul "concurso!"
Como informado aqui, no mês de junho de 2011 a Azul fez um concurso intitulado "Sua Arte Lá em Cima". O mesmo consistia no envio de uma pintura de sua autoria para a companhia. Após certo período de tempo, a mesma seria julgada juntamente com outras para eleger a vencedora.
O vencedor foi Fernando Cesar de Almeida Guernieri e após uma longa espera, o seu esquema de pintura finalmente estampa um Embraer 195 da Azul.
A aeronave que "veste" esta nova pintura é a PR-AXH, e já foi flagrada pela lentes do Spotter Marco Zappatori, confira!
O vencedor foi Fernando Cesar de Almeida Guernieri e após uma longa espera, o seu esquema de pintura finalmente estampa um Embraer 195 da Azul.
A aeronave que "veste" esta nova pintura é a PR-AXH, e já foi flagrada pela lentes do Spotter Marco Zappatori, confira!
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Dilma desiste de privatizar GIG e CNF
Governo estuda parceria com estrangeiros
O governo desistiu de privatizar os aeroportos do Galeão, no Rio; e Confins, em Belo Horizonte, nos mesmos moldes de concessão adotado em Guarulhos (SP), Brasília, Viracopos (Campinas) e o novo terminal de São Gonçalo do Amarante (RN). Mas, diante da pressão por melhoria na gestão do Galeão e dos gargalos em Confins, o Palácio do Planalto trabalha com a alternativa de uma espécie de Parceria Público-Privada (PPP) com um grande gestor aeroportuário estrangeiro, que atuaria em parceria com a Infraero. A ideia é que a estatal incorpore novas práticas de gestão e sistemas tecnológicos mais avançados.
O objetivo é atrair um grande parceiro privado, com experiência em administrar aeroportos com movimento superior a 30 milhões de passageiros por ano. Esta é a posição mais recente do Executivo e tem como justificativa o fato de que a Infraero, estatal que administra Galeão e Confins, passará a ter prejuízo, se perder esses dois aeroportos, que são muito importantes para a manutenção das suas receitas.
Governo quer Infraero rentável
Uma fonte do governo garante que o entrave a uma concessão tradicional do Galeão e de Confins é financeira e não ideológica. Não interessa ao governo deixar que a Infraero fique deficitária, porque a estatal tem uma rede de 63 aeroportos para administrar, inclusive terminais não lucrativos, porém importantes para o país.
Segundo dados da Infraero, o Galeão registrou em 2011 lucro líquido de R$ 59,24 milhões e Confins, R$ 39,8 milhões. Congonhas (SP), um dos mais rentáveis da rede, teve lucro de R$ 123,58 milhões e Santos Dumont, de R$ 29,55 milhões.
Além de perder receitas com uma eventual concessão dos maiores aeroportos do Rio e de Belo Horizonte, a estatal tem agora compromissos pesados pela frente, alegam fontes envolvidas nas discussões. A partir do próximo mês, quando repassará o comando de Guarulhos, Viracopos e Brasília para os sócios privados, a Infraero passará a ter que acompanhar as empresas nos investimentos obrigatórios e no pagamento das outorgas, pois ficou com 49% de participação no negócio. O leilão dos três, realizado em fevereiro deste ano, teve ágio de 347%.
Uma nova reunião para tratar do destino dos dois aeroportos com a presidente Dilma Rousseff está marcada para a próxima semana, pois o governo quer lançar o pacote para aeroportos e portos na primeira quinzena de setembro. Segundo uma fonte, o Executivo aguarda o resultado de uma sondagem que a Infraero está fazendo no exterior com possíveis interessados. Conversas estão sendo mantidas com a francesa Aéroports de Paris (ADP), a alemã Fraport e outras gigantes.
A decisão de Dilma põe fim a uma acirrada briga que vinha sendo travada nos bastidores do governo.
Infraero ficaria livre de licitações
Para minimizar o receio do setor privado em ficar preso à maior amarra das empresas públicas, a lei de licitações, o governo pretende ampliar o RDC (regime diferenciado de contratações, que libera as estatais de fazer licitações) aos aeroportos. Os detalhes de como seria a atuação da Infraero ainda estão sendo fechados. Está certa a criação da Infrapar — uma subsidiária da Infraero que fará a gestão das participações da estatal nos aeroportos concedidos, inclusive Galeão e Confins.
O governo pretende deixar em aberto a possibilidade de novas concessões, mas segundo fontes até agora não apareceu interessados em outros aeroportos, como Salvador, Fortaleza e Manaus e muito menos nos terminais regionais.
Para estes casos, a solução em análise é oferecer subsídios para as companhias aéreas que quiserem operar rotas, ligando cidades do interior. Vários formas de subsídios estão em análise (como passagens vendidas, ICMS e tarifas aeroportuárias). O argumento do setor é que não há demanda suficiente nesses locais para cobrir o preço da operação. São cotadas para receber algum tipo de subsídio empresas que operam com aviões menores, como Azul-Trip e Avianca.
Fonte: O Globo
Foto: Genilson Araújo
O governo desistiu de privatizar os aeroportos do Galeão, no Rio; e Confins, em Belo Horizonte, nos mesmos moldes de concessão adotado em Guarulhos (SP), Brasília, Viracopos (Campinas) e o novo terminal de São Gonçalo do Amarante (RN). Mas, diante da pressão por melhoria na gestão do Galeão e dos gargalos em Confins, o Palácio do Planalto trabalha com a alternativa de uma espécie de Parceria Público-Privada (PPP) com um grande gestor aeroportuário estrangeiro, que atuaria em parceria com a Infraero. A ideia é que a estatal incorpore novas práticas de gestão e sistemas tecnológicos mais avançados.
O objetivo é atrair um grande parceiro privado, com experiência em administrar aeroportos com movimento superior a 30 milhões de passageiros por ano. Esta é a posição mais recente do Executivo e tem como justificativa o fato de que a Infraero, estatal que administra Galeão e Confins, passará a ter prejuízo, se perder esses dois aeroportos, que são muito importantes para a manutenção das suas receitas.
Governo quer Infraero rentável
Uma fonte do governo garante que o entrave a uma concessão tradicional do Galeão e de Confins é financeira e não ideológica. Não interessa ao governo deixar que a Infraero fique deficitária, porque a estatal tem uma rede de 63 aeroportos para administrar, inclusive terminais não lucrativos, porém importantes para o país.
Segundo dados da Infraero, o Galeão registrou em 2011 lucro líquido de R$ 59,24 milhões e Confins, R$ 39,8 milhões. Congonhas (SP), um dos mais rentáveis da rede, teve lucro de R$ 123,58 milhões e Santos Dumont, de R$ 29,55 milhões.
Além de perder receitas com uma eventual concessão dos maiores aeroportos do Rio e de Belo Horizonte, a estatal tem agora compromissos pesados pela frente, alegam fontes envolvidas nas discussões. A partir do próximo mês, quando repassará o comando de Guarulhos, Viracopos e Brasília para os sócios privados, a Infraero passará a ter que acompanhar as empresas nos investimentos obrigatórios e no pagamento das outorgas, pois ficou com 49% de participação no negócio. O leilão dos três, realizado em fevereiro deste ano, teve ágio de 347%.
Uma nova reunião para tratar do destino dos dois aeroportos com a presidente Dilma Rousseff está marcada para a próxima semana, pois o governo quer lançar o pacote para aeroportos e portos na primeira quinzena de setembro. Segundo uma fonte, o Executivo aguarda o resultado de uma sondagem que a Infraero está fazendo no exterior com possíveis interessados. Conversas estão sendo mantidas com a francesa Aéroports de Paris (ADP), a alemã Fraport e outras gigantes.
A decisão de Dilma põe fim a uma acirrada briga que vinha sendo travada nos bastidores do governo.
Infraero ficaria livre de licitações
Para minimizar o receio do setor privado em ficar preso à maior amarra das empresas públicas, a lei de licitações, o governo pretende ampliar o RDC (regime diferenciado de contratações, que libera as estatais de fazer licitações) aos aeroportos. Os detalhes de como seria a atuação da Infraero ainda estão sendo fechados. Está certa a criação da Infrapar — uma subsidiária da Infraero que fará a gestão das participações da estatal nos aeroportos concedidos, inclusive Galeão e Confins.
O governo pretende deixar em aberto a possibilidade de novas concessões, mas segundo fontes até agora não apareceu interessados em outros aeroportos, como Salvador, Fortaleza e Manaus e muito menos nos terminais regionais.
Para estes casos, a solução em análise é oferecer subsídios para as companhias aéreas que quiserem operar rotas, ligando cidades do interior. Vários formas de subsídios estão em análise (como passagens vendidas, ICMS e tarifas aeroportuárias). O argumento do setor é que não há demanda suficiente nesses locais para cobrir o preço da operação. São cotadas para receber algum tipo de subsídio empresas que operam com aviões menores, como Azul-Trip e Avianca.
Fonte: O Globo
Foto: Genilson Araújo
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Azul Viagens lança pacotes especiais para o feriado 7 de setembro
Viaje no feriado da Independência do Brasil para diversos destinos com parcelas a partir de R$ 85,00, aproveite!
A Azul Viagens, operadora de turismo da Azul Linhas Aéreas, preparou pacotes imperdíveis para quem quer viajar no feriado da Independência do Brasil, em setembro, para diversos destinos brasileiros com preços a partir de R$ 85,00 a parcela. Dentre eles estão: Porto Seguro (BA), Arraial D?Ajuda (BA), Aracaju (SE) e Bento Gonçalves (RS), localizada na serra gaúcha. Os valores são válidos por pessoa, com hospedagem em apartamento duplo e passagens aéreas para voos partindo de Campinas/SP. O pacote deve ser adquirido com dez dias de antecedência da data de início da viagem, para ser usado a partir de 6/9 e completadas até 9/9.
Aproveite para organizar o feriado prolongado com as opções que a Azul Viagens oferece. Os pacotes agradam à todos os gostos e tipos de passeios e o valor pode ser parcelado em até 10x sem juros, em todos os cartões de créditos.
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